Os serviços da ABM Risk são orientados para gestão de riscos financeiros:

1.1.1 Consultoria em Riscos Financeiros

Consultoria para avaliação e dimensionamento da incerteza, que se refere a um estado caracterizado por dúvida, baseado em alguma falta de conhecimento sobre acontecimentos futuros. segundo Bessis (1998) "riscos são usualmente definidos como um impacto adverso na lucratividade por vários e distintas fontes de incerteza"(trad.). há a preocupação com o resultado (lucro) e há a probabilidade de perdas, nesse caso, não tão explícita, porém intrínseca à definição dada. os aspectos avaliados na consultoria em riscos financeiros, os avalia sob a perspectiva definida por Vaughan (1997):

- chance de perda;
- possibilidade de perda;
- incerteza;
- dispersão em relação a resultados esperados;
- probabilidade de algum resultado diferente do esperado.

A existência do risco é sempre indesejável, uma vez que há uma possibilidade de perda iminente. Nesse sentido, a idéia de se evitar o risco vem logo à nossa mente, mas nem sempre, ou quase nunca, isso é possível. Dentro desse contexto existem cinco formas distintas, de acordo com VAUGHAN(1997), pelas quais podemos lidar com riscos, nas quais se baseiam nossos serviços:

Evitação do Risco

Risco é evitado quando um indivíduo ou organização se recusa a aceitá-lo, mesmo por um período de tempo. A exposição ao risco não é permitida, o que pode ser conseguido pelo não engajamento em alguma operação que resulte em algum risco.
Este método de se lidar com riscos tende a ser um método mais negativo que positivo. Por esta razão, pode se tornar uma opção insatisfatória quando lidamos com diversos riscos. A utilização constante desse método pode levar uma organização a perder inúmeras oportunidades de lucros, por não aceitar o risco das operações.

Redução do Risco

Uma forma de se reduzir riscos é através da prevenção e controle. Algumas técnicas são desenvolvidas para prevenir a ocorrência de perdas enquanto outros são projetados para agir imediatamente após a ocorrência do dano.
Um exemplo de sistemas de prevenção são os novos mecanismos de compliance que vêm sendo adotados no mercado bancário. São sistemas especialistas que detectam possíveis fontes de fraude, ou perda em operações aparentemente normais e legais dentro da instituição. São modelos estatísticos que calculam variações não esperadas de operações dentro do banco que, por não serem usuais, podem estar sendo manipuladas para fins ilícitos ou prejudiciais para a organização. O sistema convencional não detectaria a fraude, caso ela se consumasse, porém, um sistema eficaz de compliance detectaria facilmente a operação.
Uma outra forma, em se tratando de riscos específicos da organização, seria a diversificação de operações, uma vez que estas possuam correlações negativas entre si. Esses conceitos serão melhor discutidos em capítulos posteriores deste mesmo trabalho.

Retenção de Risco

A retenção do risco talvez seja o método mais comum de se lidar com riscos. Um termo semelhante que pode também ser utilizado com mesmo efeito seria a assunção de riscos.
Organizações, assim como indivíduos, encaram diariamente um número quase ilimitado de riscos e, por muitas vezes nada é feito sobre eles. Quando nenhuma ação positiva é tomada no sentido de evitar, reduzir, ou transferir o risco, este é retido ou assumido pela pessoa ou organização que se encontra nessa situação.
A retenção de risco pode ser consciente ou inconsciente. Uma pessoa retém riscos conscientemente quando sabe de sua existência, deliberadamente, não toma nenhuma atitude sobre ele. Quando não é reconhecido, o risco é assumido inconscientemente.
A retenção de riscos é um método legítimo de se lidar com riscos; em muitos casos, é a melhor maneira. Toda organização deve decidir quais riscos deve assumir e quais deve evitar. Como regra geral, os riscos a serem retidos, devem ser aqueles que apresentam alguma possibilidade de ganho ou, ao menos, pequenas probabilidades de perda.

Transferência de Risco

O risco pode ser transferido de indivíduos ou organizações para outros indivíduos ou outras organizações que possuam maior habilidade em reter o risco. A transferência pode ser utilizada para riscos puros ou especulativos. O método mais comum e conhecido de transferência de risco é o hedge. O hedging é um método de transferência de risco realizado pela compra e venda de contratos futuros. Dessa forma vendedores e compradores podem se proteger contra aumentos e declínios de preços de mercado ocorridos durante o tempo em que o processo demora a se concretizar.
A venda de seguros é um outro exemplo bastante difundido. Pode-se transferir riscos à uma seguradora em troca do pagamento de um prêmio. De maneira bastante aproximada, pode-se comparar seguros a opções de compra futuras pelo valor estipulado, uma vez que a seguradora, na maioria dos casos, se compromete a pagar um preço acordado pelo bem, em um determinado período de tempo.
O Comitê de Supervisão Bancária da Basiléia, que é parte do trabalho "Core Principles for Effective Banking Supervision", uma publicação do BIS em resposta às inúmeras mudanças e necessidades de regulamentação do sistema bancário mundial, classifica os riscos financeiros em :
Riscos de Crédito

Empréstimos e extensões à esse tipo de operação são as atividades principais da maioria dos bancos. O processo de concessão de empréstimos requer que bancos façam julgamentos sobre as pessoas ou organizações às quais pretende emprestar dinheiro, porém, esses julgamentos nem sempre se fazem corretos, ou se tornam incorretos com o passar do tempo.
Consequentemente, o maior risco em que um banco incorre seria o risco de inadimplência de uma contraparte em cumprir algum acordo, ou contrato, segundo o que estaria previsto. Este risco não é apenas aplicado a empréstimos mas também para outras exposições ao risco tais como garantias, aceites e investimentos em títulos. Sérios problemas bancários têm surgido na falha dos bancos em reconhecer riscos de crédito e criar reservas compatíveis.
Grandes exposições a um mesmo tomador de empréstimo, ou a um grupo relacionado de tomadores são uma causa comum de problemas bancários. Esse risco é designado como risco de concentração de crédito. Grandes concentrações de crédito podem surgir também de indústrias específicas, setores da economia ou mesmo regiões geográficas. Outro fator seria Ter tipos específicos de empréstimos com características que sejam vulneráveis a um mesmo fator econômico.
Empréstimos vinculados (a indivíduos ou organizações com relacões de poder ou propriedade com o banco em questão) se não controlados de maneira eficiente, podem levar à sérios problemas pelo fato das características de crédito do tomador de empréstimo não serem realizados com a objetividade necessária. Esses vínculos podem levar a algum tratamento preferencial no processo de empréstimo, podendo gerar grandes riscos de perda.
O objetivo seria dimensionar e criar provisões para as possíveis perdas geradas com operações de crédito. Como bancos possuem carteiras de crédito bastante diversificada, e o comportamento dos tomadores de empréstimo varia muito, fica difícil mensurar com grau de certeza os níveis de risco aos quais a instituição está exposta.
Segundo BËSSIS(1998) o risco de crédito possui duas dimensões: a quantidade do risco e a qualidade do risco. A quantidade refere-se ao montante que pode ser potencialmente perdido nas operações de crédito e, a qualidade refere-se à qual seria a probabilidade ou os sinais de possíveis perdas.
A qualidade do risco é quase sempre apresentada na forma de ratings , internos ao banco ou externos, quando realizados por alguma outra empresa (por exemplo, empresas de rating)

Auditoria de Crédito
Inspetoria de Crédito
Valoração de Carteiras de Crédito

Riscos de Contraparte

Risco de Taxa de Juros

O risco de taxa de juros é o risco de declínios nos ganhos causados por movimentos das taxas de juros. Este risco impacta, tanto nos ganhos de um banco quanto no valor de seus ativos, passivos e instrumentos "fora do balanço".
Muitos dos itens dos balanços patrimoniais dos bancos geram custos e receitas que são indexados às taxas de juros. Desde que as taxas de juro são instáveis, os ganhos dos bancos também o são.
As principais formas de risco de taxas de juros aos quais os bancos estão tipicamente expostos são: (1) risco de reprecificação, que surge das diferenças de tempo até a maturidade (para taxas fixas) e reprecificação (por taxas variáveis) em ativos, passivos e posições "fora do balanço"; (2) risco de curva de ganho, que surge de mudanças na inclinação e na forma das curvas de ganho; (3) risco de base, que surge da correlação imperfeita entra ajustamentos de taxas ganhas e pagas em diferentes instrumentos com características de reprecificação diferentes; e (4) opcionalidade, que surge das opções expressas ou implícitas contidas em muitos ativos, passivos e portfolios "fora do balanço" bancário.

Riscos de Mercado

Risco de mercado é o risco de ocorrerem desvios adversos nos valores de transação dos portfolios bancários durante o período requerido para a liquidação das transações.
Riscos de mercado existem para quaisquer períodos de tempo. Os resultados obtidos através dos portfolios de mercado podem ser identificados como lucros ou perdas. Qualquer declínio no valor do portfolio, medido pela diferença entre o valor final e o valor inicial, pode ser representado uma perda relativa aos riscos de mercado.

Riscos Operacionais

Riscos operacionais são aqueles originados de mal funcionamento de sistemas informacionais, sistemas de transmissão e de sistemas internos de monitoramento de regras. A falta de uma identificação e tratamento eficientes dos riscos existentes, pode deixar escondidos ou ignorados alguns riscos importantes, que se não corrigidos em tempo hábil, podem causar conseqüências desastrosas.
Riscos operacionais aparecem em dois diferentes níveis. O primeiro deles é o nível técnico, que ocorre quando o sistema de informação, ou as medidas de risco, são deficientes. Riscos técnicos ainda cobrem um grande número de riscos específicos que podem incluir: erros na gravação dos processos de transação, deficiências no sistema informacional e ausência de ferramentas adequadas para a mensuração de risco.
O segundo nível seria o nível organizacional, que trata do monitoramento e relato dos riscos e todas as regras e políticas relacionadas.
O monitoramento de riscos cobre todo o sistema informacional e suas ações subsequentes. Mesmo quando os sistemas e as ferramentas de medida de risco estão bem desenvolvidos, a organização do relato dos riscos e as respectivas ações corretivas merecem muita atenção. Como exemplo, podemos citar que as pessoas que medem e avaliam os riscos não tenham relação com os tomadores do risco em si. Más interpretações podem gerar ações corretivas ineficazes, quando não, prejudiciais ao processo.

Riscos Legais

Bancos são objetos de vários tipos de riscos legais. Podemos aqui incluir riscos de avaliações errôneas de ativos e passivos decorrentes de documentação ou procedimentos inadequados ou incorretos.
Podemos citar ainda que as leis existentes podem falhar ao resolver assuntos legais envolvendo bancos; casos judiciais envolvendo bancos particulares podem Ter implicações extras ao negócio bancário podendo envolver custos inesperados para o próprio banco ou até mesmo para todos os bancos relacionados ao objeto do julgamento; e, mudanças nas leis que podem afetar bancos ou outras organizações comerciais.
Bancos são particularmente suscetíveis a riscos legais quando estão entrando em novos tipos de transações e quando os direitos legais das contrapartes, quando entram em uma transação, não são estabelecidos

Riscos de Países

Em adição aos riscos de crédito, inerentes às operações de empréstimo, quando tratamos de empréstimos internacionais, devemos também levar em consideração o risco do país, que se refere aos riscos associados com os ambientes econômico, social e político do país de onde se origina a transação. O risco de país podem, inclusive, ser considerados como parte integrante dos riscos de mercado.
Os riscos de país podem ser mais aparentes quando empréstimos são realizados diretamente para governos estrangeiros ou suas agências, mas é importante que essa análise seja levada em consideração também para empresas privadas.
Há ainda um componente do risco de países chamado "risco de transferência" que surge quando uma obrigação de um tomador de empréstimos não é denominada em moeda local. Variações nas cotações das moedas contratadas podem trazer um sério risco de perda para o tomador de empréstimo, podendo levá-lo a se tornar insolvente, caso não esteja preparado financeiramente para as possíveis perdas.

Riscos do Negócio

Riscos específicos à firma referem-se a riscos isolados à particularidade da firma ou organização que podem ser reduzidos, quando não eliminados, por ações internas da firma tais como a diversificação de atividades e portfolios que será tratada ao longo desse trabalho.
Já os riscos de mercado é o risco que está propagado por entre as companhias e não pode ser diversificado ou diminuído por simples ações da companhia. São riscos referentes à economia, fatores naturais, fatores de mercado e assim por diante, os quais a empresa não possui controle.

Risco Reputacional

Riscos de reputação surgem de falhas operacionais, falhas em obedecer ou cumprir à relevantes leis e regulamentações, e outras origens.
Riscos reputacionais são particularmente danosos para bancos desde que a natureza de seus negócios requer uma manutenção da confiança dos depositários, credores e do mercado em geral.

Risco de Solvência

Este tipo de risco não está previsto no trabalho "Core Principles for Effective Bank Supervision"(1997) elaborado pelo Comitê de supervisão Bancária do BIS (Bank for International Settlements) da Basiléia na Suíça, porém, é defendido por BËSSIS (1998) e merece sua citação para efeitos desse trabalho e, basicamente, resume o que seria a necessidade de se estabelecer uma postura efetiva de gerenciamento de riscos.
Risco de solvência é o risco de o banco se tornar incapaz de cobrir as perdas, geradas por todos os outros tipos de risco. Em simples análise, seria o risco de falência dos bancos. Seria também bem definido como sendo o risco de crédito referente às contrapartes das operações bancárias.
Solvência é o resultado da diferença do capital disponível contra todos os riscos tomados. Este seria o risco crítico na ótica dos reguladores de mercado. O fator fundamental de adequação de capital é definir qual o nível de capital que deveria ser associado ao total de riscos com o objetivo de se manter níveis aceitáveis de solvência em termos nacionais e internacionais.
O princípio da adequação de capital seguem e acompanham as maiores orientações dos sistemas de gerenciamento de risco, e esses podem ser resumidos nos seguintes princípios, segundo BËSSIS(1998):

- Todos os riscos geram perdas potenciais.
- A última proteção contra essas perdas seria o capital.
- O capital deve ser ajustado ao nível requerido para tornar a instituição bancária capaz de absorver todas as possíveis perdas geradas por todos os riscos.

Por sua vez, a implementação efetiva dos princípios definidos exige das instituições bancárias que:
- Todos os riscos sejam quantificados em termos de perda potencial.
- A mensuração de perdas potenciais agregadas devem ser derivadas da mensuração das perdas potenciais originárias dos diferentes riscos.
- O maior desafio do gerenciamento de risco é, justamente, implementar esses princípios e definir medidas quantitativas requeridas para chegar ao capital adequado necessário, ou então, definir restrições de capital para nortear a tomada de riscos pela organização.

1.1.2 Sistemas de Fiscalização Indireta

Fazer cumprir a missão das agências fiscalizadoras e reguladoras (ANEEL, ANAPP, ANATEL) através do controle por fiscalização indireta. Os objetivos dos sistemas são monitorar as informações provenientes das instituições autorizadas pelas Agências; desenvolver e implementar mecanismos de controle e qualidade dessas informações; desenvolver e implementar indicadores de sinalização para ação fiscalizatória.

Diagnóstico dos Processos Internos

- Avaliação dos processos
- Avaliação das pessoas
- Avaliação dos sistemas
- Avaliação dos documentos

Detecção de fraudes

- Análises estatísticas temporais
- Análises estatísticas relativizadas

Desenvolvimento de modelo para fiscalização



1.1.3 Modelagem em Risco de Crédito

Modelagem é um processo de atribuição de pontos às variáveis de decisão de crédito mediante aplicação de técnicas estatísticas avançadas, sejam elas análise discriminante, regressão linear, probit, logit, redes neurais. Trata-se de processo que define a probabilidade de que um cliente com determinadas características consideradas desejáveis (hipótese em que se aprova um limite de crédito), pertença ou não a grupos de diferentes riscos de crédito. Esta técnica estabelece uma regra de discriminação de um determinado cliente solicitante de crédito.
Os grupos discriminantes, agrupados por semelhanças de variáveis – chamados clusters - são construídos a partir de combinação de diversas variáveis. Esses clusters são úteis para: testar se existem diferenças significativas entre o padrão médio ponderado dos grupos; determinar quais as informações dos clientes relevantes que possibilitam a discriminação; e classificar um novo cliente que solicita crédito com base no modelo previamente estabelecido.
As funcionalidades da modelagem é a utilização como ferramenta de auxílio à concessão de crédito, indicador para a decisão de concessão do crédito, determinação de limites de crédito e gerenciamento da carteira de crédito por faixas de riscos.
A ferramenta desenvolvida pela ABM CONSULTING (ABM RISK) é denominada Credit Risk & Marketing Modelling – CRM

Risco Individual

As técnicas econométricas modelam a probabilidade de inadimplência individual (da pessoa física), como variável dependente, cuja variância é explicada por um conjunto de variáveis independentes. Entre as variáveis independentes estão: razões financeiras e outros indicadores, bem como variáveis externas usadas para medir condições econômicas. Quando acrescidas informações qualitativas, o resultado dessa modelagem será o rating.
Por outro lado, redes neurais são sistemas computacionais empregados para tentar imitar o funcionamento do cérebro humano por meio da emulação de uma rede de neurônios interligados – as menores unidades decisórias do cérebro. Usam os mesmos dados empregados nas técnicas econométricas, mas chegam a um modelo de decisão por meio de implementações alternativas por um método de tentativa e erro.

Risco da Carteira

Os modelos de carteira estão intimamente ligados aos de risco de crédito. Historicamente os aplicadores vêem as carteiras de empréstimos como um acúmulo de decisões de crédito individuais. A gestão de carteiras se refere a um processo controlado de aquisição e manutenção de ativos.
Usando critérios que levam em conta o impacto do acréscimo de um ativo ao perfil de risco-retorno da carteira como um todo, as instituições podem controlar a composição de suas carteiras. Uma vez que um ativo tenha sido acrescentado as ferramentas de gestão de carteiras podem ser usadas para identificar ativos que não mais sejam desejáveis devido a mudanças das condições econômicas ou setoriais.
Uma das técnicas a serem utilizadas é Monte Carlo, um procedimento em que as variáveis de entrada não são valores simples, mas, sim, retirados de uma distribuição estatística predeterminada, como por exemplo o desvio-padrão e média da taxa de juros.

Mapeamento

O mapeamento busca identificar as variáveis do banco de dados da instituição (internas) ou fontes externas de informações (externas). De um lado, a busca por dados da empresa é feita através de um mapeamento lógico e físico das variáveis do banco de dados da instituição. O mapeamento dos dados positivos, negativos e restritivos que refletem o relacionamento das instituições com os clientes.
Por outro lado existem pode ser feito um mapeamento de dados das empresas de fornecimento de informações restritivas e negativas (Serasa, SCI, Associação Comercial entre outros).
As etapas envolvidas no mapeamento:

- Análise da estrutura do banco de dados
- Identificação das principais variáveis e filtragem inicial

Tipos de informações internas:

- Data de vencimento das operações
- Valor financiado
- Produto financiado
- Número de parcelas

Riscos biométricos:

- Expectativa de vida
- Número de dependentes
- Risco de invalidez

Tipos de informações externas:

- Número de cheques devolvidos no mercado
- Número de títulos em atraso
- Protesto
- Indicadores econômico-financeiros
- CDI
- Juros
- Inflação
- Dólar

Processos Internos – Compliance

Os controles dos processos internos são compostos por auditoria e compliance. Esse controle abrange sistemas, processos, procedimentos e pessoas. Os Controles Internos descritos pelo Comitê da Basiléia apresentam cinco elementos básicos: visão gerencial e cultura de controle, reconhecimento e avaliação do risco, controle das atividades e segregação das responsabilidades, informação e comunicação, monitoramento das atividades, e correção das deficiências.
A ausência de controle dos processos internos conduz a:

- Falta de cultura de controle das organizações
- Avaliação inadequada do risco de certas atividades (patrimoniais ou extra-patrimoniais)
- Falhas em elementos chaves no controle: segregação de funções (chinese wall) e processo de aprovação de operações, verificações, reconciliações e revisão da performance operacional
- Inadequado nível de comunicação e informação
- Ineficazes programas de auditoria


Marketing

Através da modelagem, utilizando o CRMm, pode ser feito:

Segmentação de mercado:

- Identificação de grupos de clientes – cluster
- Lançamento de produtos
- Determinação de estratégias de marketing

Programas de fidelização:

- Marketing de relacionamento
- Lançamento de cartão de relacionamento


Neural Risk

A geração de uma rede Neural Artificial serve para comparação de performance, com o atual Sistema de Concessão de Crédito utilizado pela Instituição. Ao contrário dos métodos tradicionais, as redes neurais artificiais possuem a capacidade de aprender e extrair um modelo de massa de dados de treinamento e apresentar bom desempenho para novos dados.

EXTRAÇÃO DE CONHECIMENTO DE REDES NEURAIS TREINADAS

Nesta etapa será extraída das Redes Neurais ajustadas para análise de Crédito, tanto Árvores de Decisão como Conjuntos de Regras que expliquem ao usuário da rede como a rede realiza seu processo de tomada de decisão.

DESENVOLVIMENTO DE UM PROTÓTIPO

Nesta etapa será desenvolvido um protótipo de software para suporte à decisão de concessão de crédito baseado em Redes Neurais artificiais.

Processos Internos – Compliance

Os controles dos processos internos são compostos por auditoria e compliance. Esse controle abrange sistemas, processos, procedimentos e pessoas. Os Controles Internos descritos pelo Comitê da Basiléia apresentam cinco elementos básicos: visão gerencial e cultura de controle, reconhecimento e avaliação do risco, controle das atividades e segregação das responsabilidades, informação e comunicação, monitoramento das atividades, e correção das deficiências.
A ausência de controle dos processos internos conduz a:

- Falta de cultura de controle das organizações
- Avaliação inadequada do risco de certas atividades (patrimoniais ou extra-patrimoniais)
- Falhas em elementos chaves no controle: segregação de funções (chinese wall) e processo de aprovação de operações, verificações, reconciliações e revisão da performance operacional
- Inadequado nível de comunicação e informação
- Ineficazes programas de auditoria

Marketing

Através da modelagem, utilizando o CRMm, pode ser feito:

- Segmentação de mercado
- Identificação de grupos de clientes – cluster
- Lançamento de produtos
- Determinação de estratégias de marketing

Programas de fidelização:

- Marketing de relacionamento
- Lançamento de cartão de relacionamento


Neural Risk

A geração de uma rede Neural Artificial serve para comparação de performance, com o atual Sistema de Concessão de Crédito utilizado pela Instituição. Ao contrário dos métodos tradicionais, as redes neurais artificiais possuem a capacidade de aprender e extrair um modelo de massa de dados de treinamento e apresentar bom desempenho para novos dados.

EXTRAÇÃO DE CONHECIMENTO DE REDES NEURAIS TREINADAS

Nesta etapa será extraída das Redes Neurais ajustadas para análise de Crédito, tanto Árvores de Decisão como Conjuntos de Regras que expliquem ao usuário da rede como a rede realiza seu processo de tomada de decisão.

DESENVOLVIMENTO DE UM PROTÓTIPO

Nesta etapa será desenvolvido um protótipo de software para suporte à decisão de concessão de crédito baseado em Redes Neurais artificiais.